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	<title>Conteúdo informativo &#8211; Neural &#8211; Soluções em Neurofisiologia</title>
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	<title>Conteúdo informativo &#8211; Neural &#8211; Soluções em Neurofisiologia</title>
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		<title>Estimulação elétrica contínua ajuda pacientes epiléticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[António Durán]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 13:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A epilepsia é um distúrbio do sistema nervoso central no qual a atividade das células nervosas do cérebro é interrompida. A estimulação elétrica do cérebro tem sido usada como tratamento de último recurso, quando a medicação e a cirurgia não são eficazes. Abordagens típicas como estimulação do nervo vago ou estimulação responsiva dos nervos, raramente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A epilepsia é um distúrbio do sistema nervoso central no qual a atividade das células nervosas do cérebro é interrompida. A estimulação elétrica do cérebro tem sido usada como tratamento de último recurso, quando a medicação e a cirurgia não são eficazes. <span id="more-4781"></span></p>
<p>Abordagens típicas como estimulação do nervo vago ou estimulação responsiva dos nervos, raramente param as convulsões. No entanto um novo estudo, realizado pela Clínica Mayo (Estados Unidos), veio mostrar que as convulsões eram suprimidas em pacientes tratados com estimulação elétrica contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">Participaram neste estudo pacientes com epilepsia resistente a medicamentos e que não foram considerados aptos para cirurgia, onde é removida uma parte do cérebro geralmente do tamanho de uma bola de golfe. Quando os pacientes são avaliados para cirurgia é colocada uma rede elétrica sobre o cérebro para registar as convulsões e as descargas epileptiformes interictais (IEDs). As IEDs são descargas elétricas que ocorrem intermitentemente durante o funcionamento normal do cérebro, e têm sido usadas como marcadores para localizar as áreas do cérebro afetadas pela epilepsia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investigadores usaram a rede elétrica para estimulação em níveis que o paciente não sentisse. Se a estimulação mostrasse benefícios clínicos no paciente, a rede temporária seria substituída por uma mais permanente que oferecia estimulação contínua. A maioria dos pacientes experienciou mais de 50 por cento de redução de convulsões, e 44 por cento ficaram livres de convulsões incapacitantes. A taxa de redução em IEDs ocorreu dentro de minutos após início da estimulação.</p>
<p style="text-align: justify;">Brian Lundstrom, do departamento de neurologia da Clínica Mayo, diz que “este estudo sugere que a estimulação subliminar subcortical tanto é eficaz clinicamente como na redução de IEDs”. A equipa acredita que esta abordagem não só providencia um tratamento eficaz para os pacientes que têm epilepsia focal mas que também permitirá o desenvolvimento de formas de avaliar o risco de convulsões em qualquer paciente com epilepsia. “Seria um benefício clínico enorme se conseguíssemos personalizar um regime de tratamento individualizado para cada paciente sem ter de esperar que as convulsões iniciassem”, acrescenta Lundstrom.</p>
<p style="text-align: justify;">Para pacientes com epilepsia as convulsões limitam severamente a habilidade de desempenhar funções em que a perda momentânea de consciência pode ser desastrosa, como na condução de veículos, natação ou no segurar de uma criança, por exemplo. O tratamento com medicação ou cirurgia pode controlar as convulsões de dois terços da população com epilepsia. No entanto, quando ocorre epilepsia focal resistente aos medicamentos numa área do cérebro que controla a fala, a linguagem, a visão, a sensação ou o movimento, a cirurgia de resseção não é uma opção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os riscos da estimulação subliminar subcortical são relativamente diminutos e incluem riscos de infeção e hemorragia típicos, bem como a possibilidade de ocorrer estimulação não subliminar que seja percetível pelo paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Este estudo representa o esforço contínuo para restaurar a função normal do tecido cerebral afetado usando a neuroestimulação. “Para as pessoas que têm epilepsia que não pode ser tratada com cirurgia ou medicação, a neuroestimulação pode ser uma opção de tratamento fantástica”, refere Lundstrom.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">DOI do artigo: <a href="http://dx.doi.org/10.1001/jamaneurol.2016.2857">10.1001/jamaneurol.2016.2857</a></p>
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		<title>Descoberto como o cérebro decide entre esforço e recompensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[António Durán]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 10:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada ação que praticamos envolve um gasto de energia, no entanto, não estar disposto a esforçar-se é um sintoma de uma variedade de distúrbios mentais, por isso, percebendo como o cérebro processa decisões sobre esforço versus recompensa poderá providenciar informação sobre estes distúrbios. Num estudo suportado pelo Concelho Europeu de Investigação e o Fundo Wellcome, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cada ação que praticamos envolve um gasto de energia, no entanto, não estar disposto a esforçar-se é um sintoma de uma variedade de distúrbios mentais, por isso, percebendo como o cérebro processa decisões sobre esforço <em>versus</em> recompensa poderá providenciar informação sobre estes distúrbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4767"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Num estudo suportado pelo Concelho Europeu de Investigação e o Fundo Wellcome, a equipa de investigadores decidiu verificar se haveria um sistema distinto no cérebro envolvido na ponderação de gastos físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi pedido aos voluntários que tomassem decisões envolvendo diferentes recompensas monetárias e esforço físico enquanto se encontravam dentro de um equipamento de ressonância magnética. Os investigadores descobriram, sem surpresa, que alta recompensa e baixo esforço físico foram as opções mais escolhidas. Observaram de seguida as áreas do cérebro envolvidas na tomada de decisão e encontraram um padrão relevante de atividade em três áreas do cérebro, a área motora suplementar (SMA), o córtex cingulado dorsal anterior (dACC) e o putamen.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa análise mais aprofundada a equipa verificou que a avaliação do esforço está centrada na SMA e no putamen, com uma rede separada no córtex pré-frontal ventromedial que avalia a recompensa. O dACC codifica a diferença entre esforço e recompensa como um valor único, reunindo os resultados dos dois circuitos neurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das investigadoras, Dra. Miriam Klein-Flügge, refere que “este estudo encaixa-se e acrescenta às conclusões de outros estudos. Não há apenas um único sistema de tomada de decisão no cérebro mas um conjunto de sistemas que combinam flexivelmente dependendo da decisão que enfrentamos. Identificámos o sistema relacionado com o esforço, um fator comum em muitas decisões.”</p>
<p style="text-align: justify;">Klein-Flügge acrescenta também que este estudo oferece uma compreensão para diversos distúrbios, tais como depressão, apatia e esquizofrenia de sintoma negativo. Pacientes com estes distúrbios demonstram frequentemente uma capacidade reduzida para fazer um esforço de modo a obter uma recompensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta investigação é a primeira a mostrar uma região do cérebro envolvida na comparação do tamanho da recompensa e no esforço necessário para a conseguir. Tendo em conta que uma variedade de condições psiquiátricas envolvem dificuldades em atingir recompensas quando estas envolvem esforço, estas conclusões oferecem diferentes caminhos para futuras pesquisas para testar mais precisamente se, e como, o equilíbrio esforço/recompensa pode dar errado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">DOI do artigo: <a href="http://dx.doi.org/10.1523/JNEUROSCI.0292-16.2016">10.1523/JNEUROSCI.0292-16.2016</a></p>
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		<title>Neurofeedback</title>
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		<dc:creator><![CDATA[António Durán]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 11:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurofeedback, também conhecido como biofeedback EEG, é o treino direto da função cerebral, em autorregulação, na qual o cérebro aprende a funcionar de maneira mais eficiente onde se observa o cérebro em ação a cada momento. Essa informação é mostrada ao paciente e o cérebro é recompensado por mudar a sua atividade para padrões mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Neurofeedback</em>, também conhecido como <em>biofeedback</em> EEG, é o treino direto da função cerebral, em autorregulação, na qual o cérebro aprende a funcionar de maneira mais eficiente onde se observa o cérebro em ação a cada momento.<span id="more-4743"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Essa informação é mostrada ao paciente e o cérebro é recompensado por mudar a sua atividade para padrões mais apropriados. É um processo de aprendizagem gradual e pode ser aplicado a qualquer aspeto da função cerebral que possa ser medida. O treino de autorregulação permite que o sistema nervoso central funcione melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando problema a ser tratado é uma desregulação do cérebro o efeito do treino é duradouro e abrange uma grande diversidade, pois o <em>neurofeedback</em> envolve aprendizagem do cérebro, e se isso permite obter ordem onde havia desordem, o cérebro continua a usar as suas novas capacidades, reforçando-as. No caso de doenças degenerativas como Parkinson ou demência, ou quando se trabalha contra afrontas contínuas ao sistema, como é o caso do espectro de autismo, o treino tem de ser continuado a certo nível ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Num percurso normal de eventos o <em>neurofeedback</em> deverá funcionar com todos os pacientes devido à capacidade do cérebro para aprender, adquirir <em>skills</em> e de recuperar quando se lhe é dada essa oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>neurofeedback</em> aborda os numerosos problemas de desregulação cerebral, como o espectro ansiedade-depressão, défice de atenção, distúrbios de comportamento, diversos distúrbios de sono, dores de cabeça e enxaquecas, síndrome pré-menstrual e distúrbios emocionais. É também útil em doenças orgânicas do cérebro, como convulsões, o espectro autista e paralisia cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">O funcionamento deste treino consiste na aplicação de elétrodos no escalpe para registar a atividade das ondas cerebrais. O sinal obtido é processado através de um computador, de onde se extrai a informação sobre certas frequências de ondas cerebrais. É mostrado o fluxo e refluxo desta atividade ao paciente, que por sua vez tenta mudar o nível de atividade. Esta informação é apresentada ao paciente sob a forma de jogo de computador. O paciente realiza o jogo utilizando o seu cérebro. Com o treino a frequência da atividade cerebral é “modelada” de maneira a que a performance cerebral seja a mais desejável e mais regulada. As frequências que atingidas, e as localizações específicas no escalpe onde “se ouve” o cérebro, são específicas às doenças que se tenta resolver, e são específicas de cada paciente.</p>
<p style="text-align: justify;"><u>Doenças/distúrbios em que o treino melhora a condição do paciente:</u></p>
<p style="text-align: justify;">Convulsões e atividade de convulsões subclínica, distúrbios comportamentais severos tais como distúrbio bipolar e distúrbio de conduta, espetro autista e atraso de desenvolvimento pervasivo, paralisia cerebral, danos cerebrais adquiridos, trauma ao nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em crianças: Problemas de sono tais como molhar a cama, sonambulismo, falar durante o sono, ranger os dentes, pesadelos e terrores noturnos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adolescentes: Abuso de drogas, comportamento suicida, ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Também pode ajudar a manter uma boa função cerebral à medida que envelhecemos, pois praticamente qualquer cérebro, independentemente do seu nível de função, pode ser treinado para funcionar melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comportamento</strong>: Enquanto medicação e intervenções comportamentais podem ser uma boa opção no tratamento de ADD e ADHD, o <em>neurofeedback</em> treina o cérebro a ganhar melhor controlo e foco. Este método serve para desenvolver a pessoa, focado nas qualidades que ela possui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Stress e ansiedade</strong>: A ansiedade é uma resposta comum ao stress, e quem sofre dela frequentemente se sente sobrecarregado, exausto e fatigado. O <em>neurofeedback</em> ajuda o cérebro a mudar como responde ao estímulo que perturba o equilíbrio físico ou mental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Performance de topo</strong>: Concentração, foco e controlo emocional são chave para atingir um desempenho ideal em todos os campos. Atletas e executivos estão a aproveitar as vantagens da tecnologia de <em>neurofeedback</em> para aprenderem a utilizar todo o seu potencial mental para chegaram ao topo.</p>
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		<title>Participação ANT-Neural Portugal no  evento Neurotechnix 2016 @ Porto</title>
		<link>http://neural.pt/neurotechnix2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[António Durán]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2016 11:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[EEG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neural apresenta na Neurotechnix a sua gama de sistemas de EEG de alta resolução &#8220;eego family&#8221;, TMS e Neuronavegação &#8220;Visor&#8221; para investigação em Neurociências  NEUROTECHNOLOGY:  The first research works on neurotechnology can be dated back nearly half a century, but it is in the XXI century that most significant advances are being witnessed. Neurotechnology shows [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Neural apresenta na Neurotechnix a sua gama de sistemas de EEG de alta resolução &#8220;eego family&#8221;, TMS e Neuronavegação &#8220;Visor&#8221; para investigação em Neurociências</div>
<div></div>
<div></div>
<div> NEUROTECHNOLOGY:</div>
<div id="ctl00_pageContent_ctl04_ControlContent"> <span id="ctl00_pageContent_ctl06_lblScope">The first research works on neurotechnology can be dated back nearly half a century, but it is in the XXI century that most significant advances are being witnessed. Neurotechnology shows a very high potential of enhancing human activities, involving technologies such as neural rehabilitation, neural prosthesis, neuromodulation, neurosensing and diagnosis, and other combinations of neurological and biomedical knowledge with engineering Technologies</span></div>
<div id="ctl00_pageContent_ctl07_Conference_Areas_Short">
<p>CONGRESS AREAS</p>
<p>1 . Neural Rehabilitation</p>
<p>2 . NeuroSensing and Diagnosis</p>
<p>3 . Neurocomputing</p>
<p>4 . Neuromodulation and Neural Prosthesis</p>
</div>
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		<title>Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)</title>
		<link>http://neural.pt/estimulacao-magnetica-transcraniana-emt/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[António Durán]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2016 11:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estimulação magnética transcraniana é um procedimento não invasivo e indolor de excitação de neurónios que utiliza campos magnéticos gerados por uma bobine de estimulação, a qual é mantida próxima do local desejado de estimulação dos neurónios.Durante uma sessão de EMT uma bobine eletromagnética é colocada junto ao escalpe. O eletroíman distribui um impulso magnético [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A estimulação magnética transcraniana é um procedimento não invasivo e indolor de excitação de neurónios que utiliza campos magnéticos gerados por uma bobine de estimulação, a qual é mantida próxima do local desejado de estimulação dos neurónios.<span id="more-4741"></span>Durante uma sessão de EMT uma bobine eletromagnética é colocada junto ao escalpe. O eletroíman distribui um impulso magnético que estimula as células nervosas na região do cérebro envolvida no controlo do problema que se pretende tratar. Poderá ativar regiões do cérebro com atividade reduzida, como por exemplo em casos de pessoas com depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">A bobine, ao ser colocada sobre o crânio, gera um campo magnético que o atravessa e gera uma corrente elétrica no cérebro. Este campo magnético oscila, alternando polaridade, ao ritmo de 1 a 20 vezes por segundo. Isto faz com que sejam gerados impulsos &#8220;lentos&#8221; (menos de 1-5 vezes por segundo) ou &#8220;rápidos&#8221; (acima de 5 vezes por segundo). Os impulsos lentos diminuem a atividade do cérebro, os impulsos rápidos aumentam a atividade do cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"><u>Como decorre uma sessão?</u></p>
<p style="text-align: justify;">Em cada sessão de EMT o paciente senta-se numa cadeira de tratamento semelhante às usadas nas clínicas dentárias. Como a EMT usa impulsos magnéticos é pedido ao paciente que remova quaisquer objetos que possam ser suscetíveis de ser atraídos pelo magnetismo. Os pacientes usam tampões nos ouvidos durante o tratamento para seu conforto e proteção auditiva, pois a máquina de EMT produz um estalido a cada pulso emitido, tal como uma máquina de ressonância magnética.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a primeira sessão são feitas várias medições para assegurar que a bobine fica corretamente posicionada sobre a cabeça do paciente. Quando no sítio correto, a bobine é suspensa sobre o escalpe. O clínico procede à medição do limiar motor (quantidade mínima de energia necessária para fazer com que o polegar do paciente contraia, varia de pessoa para pessoa) administrando vários impulsos curtos. Medir o limiar motor ajuda o clínico a personalizar o tratamento e a determinar a quantidade de energia necessária para estimular o cérebro do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que o limiar motor é determinado, a bobine é colocada de modo a que pouse sobre a parte do cérebro a tratar. Dá-se início ao tratamento no qual o paciente ouvirá uma série de estalidos e sentirá uma sensação de bater levemente por baixo da bobine.</p>
<p style="text-align: justify;"><u>Como funciona a EMT?</u></p>
<p style="text-align: justify;">Impulsos curtos de energia magnética são apontados à estrutura do cérebro para controlar o problema que se pretende tratar. A natureza única dos campos magnéticos permite que passem pelo crânio até ao cérebro sem serem distorcidos. Isto facilita um tipo de estimulação muito focada, minimizando o tecido cerebral não envolvido com a área de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez dentro do cérebro os impulsos magnéticos induzem o movimento de cargas elétricas. Quando corretamente orientadas estas pequenas cargas elétricas podem causar o disparo ou o início de atividade dos neurónios, estimulando a condução dos mesmos. A quantidade de energia criada no cérebro é muito pequena e não pode ser sentida pelo paciente.</p>
<p style="text-align: justify;"><u>Para que serve?</u></p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de depressão a EMT pode ser usada como tratamento alternativo. Pacientes que não atingiram respostas adequadas a antidepressivos ou que não toleram esta medicação podem ser considerados para esta terapia. Pode ser usada no tratamento da esquizofrenia, no planeamento neurocirúrgico, nos tratamentos de acidentes vasculares cerebrais, terapia da dor e terapia da doença de Parkinson.</p>
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